A importância de ler e entender sobre a etiqueta da sua roupa

Você se preocupa em entender sobre a etiqueta? Não, não estou falando de como você deve se portar em algum evento social ou com a marca de uma roupa que você usa, estou falando sobre a etiqueta mesmo, aquela que vem pregada no interior da peça. 

Ela tem informações importantíssimas sobre a composição da peça e também sobre os cuidados que você precisa ter na hora de lavar, secar e guardar a roupa. E entender essas informações ajuda muito a conservar mais uma peça para que ela dure bastante tempo no seu guarda-roupa.

Além disso, saber olhar a etiqueta ajuda a escolher os melhores tecidos e a composição da peça para que você leve exatamente o que precisa para casa e não corra o risco de levar, por exemplo um tecido muito quente, ou muito frio, ou algo que amarrote muito e acabe atrapalhando sua produção.

Composição

Os tecidos com fibras naturais como o algodão, o linho, a lã e a seda tem toque bem macio, são duráveis, resistentes e “respiravam” mais e não provocavam cheiros fortes. Já os tecidos sintéticos são fibras produzidas pelo homem, tendo como matéria-prima produtos químicos da indústria petroquímica, como o elastano, lycras, viscose, poliéster, nylon e rayon. As fibras sintéticas são vulneráveis à mudança de temperatura, não absorvem a transpiração, secam rapidamente, são resistentes e quase não amassam. A partir dai, comecei a olhar com atenção a etiqueta de cada roupa e identificar o tipo de tecido que eu queria para cada peça e situação do meu dia a dia. 

Aprendi que uma peça que contém maior proporção de tecido natural geralmente é mais cara, é mais fresquinha, seu toque é agradável, retém o suor, porém, não provoca maus odores. Já uma peça com maior quantidade de tecido sintético é mais barata, geralmente mais quente, em compensação não amassa tanto e é mais fácil de lavar e secar. Então, em casos de viagem, por exemplo, em que precisava de praticidade e nem sempre teria tempo para passar roupa, eu passei a escolher peças que tinham uma composição mais sintética.

Já para ocasiões mais formais, em que eu queria vestir uma peça com mais qualidade e com um caimento mais fluido, optava por fibras naturais para compor meus looks. Afinal de contas, não existe nada mais chique e elegante para se sentir uma verdadeira “mulher rica” do que uma boa calça de alfaiataria feita de linho com uma camisa de seda, concordam? 

Cuidados

Assim, passei a dar uma atenção que não dava às etiquetas das roupas. Primeiro para escolher peças com maior qualidade e que atenderiam de fato às minhas necessidade. Porque percebi que não adiantava nada comprar uma peça barata se ela ia estragar na primeira lavagem. E segundo para que eu pudesse cuidar melhor das minhas peças e assim conserva-las por mais tempo, já que queria faze-las render cada vez mais.

Dessa forma, prestar atenção na etiqueta garante que suas roupas não encolham, entortem o caimento ou estraguem antes do que deveriam. Geralmente, as roupas trazem informações, na seguinte ordem, sobre:

1- Lavagem: temperatura, enxágue, centrifugação, se a peça precisa ser lavada a mão ou se a limpeza precisa ser a seco;

2- Alvejante: se é indicado ou não o uso de cloro;

3- Secagem: natural (em varal), em tambor (na secadora de roupas) ou na sombra, por exemplo;

4- Passadoria: se a roupa pode ser passada e qual a temperatura ideal.

E você, já parou para prestar atenção em como sua roupa foi feita e como você pode fazer para conservá-la melhor?

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A menina da Dieta Fashion. Adora inventar uma moda e falar sobre tudo que pega bem! Juizforana, vinte poucos anos, jornalista, empresária e apaixonada pela vida. Acredita no amor e ele está presente em tudo que faz. Como toda leonina, adora um desafio. Sonha voar por todo mundo e viver sempre aprendendo.